24/10/2022

Nem tudo são flores...

 

Fonte openclipart: Internet of Things for me


Em IoT, a troca de informações pode ocorrer na rede "com fio", mas quase sempre utilizam protocolos "sem fio" como Wi-Fi, Bluetooth, ZigBee, Z-Wave, NFC, 2G, 3G, 4G, 5G.

Devido à falta de padronização de protocolos, é preciso abstrair a forma que são obtidos e enviados os dados e isso aumenta a complexidade de captação e tratamento dos dados.

Mas a principal desvantagem é que alguns dispositivos, especialmente os mais simples e antigos, podem ter falhas de segurança e permitir vazamento de informações. Por isso toda aplicação de IoT precisa levar isso em alta consideração.

Com o aumento da automatização, pode-se diminuir a quantidade de pessoas envolvidas em uma determinada tarefa, criando uma central de controle operada por menos pessoas, que sigifica menos gastos com salários. Por outro lado, também é preciso lembrar que se trabalha um grande volume de dados gerados pelos sensores, que muitas vezes precisam circular em alta velocidade ou até mesmo em tempo real, então além da infraestrutura de ponta, é preciso pensar onde esses dados ficarão armazenados em segurança, o que pode aumentar o custo.

O aumento da complexidade da aplicação tanto por motivos de compatibilidade quanto de segurança aumenta o custo do desenvolvimento e execução do projeto,  que precisa empregar pessoal capacitado, são sempre muitas variáveis para um grande planejamento mesmo em pequenos projetos de IoT.


___________

 👀 Vá além 

Vantagens e desvantagens da IoT https://quikdev.com.br/internet-das-coisas/

Iot e 5G https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,5g-impulsiona-a-internet-das-coisas,70004157375

23/10/2022

IoT ontem e hoje

Apesar de ainda não ser um dos termos mais conhecidos da informática, para quem não é da área de TI, Internet das coisas não é recente, surgiu em 1999 no Massachusetts Institute of Technology - MIT, quando o pesquisador inglês Kevin Ashton explicou em um artivo sobre a conexão entre objetos físicos com as pessoas e a internet, que ajudasse a facilitar e organizar a vida das pessoas. Seriam objetos com habilidade de se conectar à internet para transmitir dados.

Neste ponto, você pode perceber que IoT tem tudo a ver com computação ubíqua, ou invisível, presente ao redor das pessoas sem que percebam ou pelo menos em lugares não tão óbvios como os atuais em computadores pessoais, laptops ou telefones celulares. 

Seria a internet dos carros, drones, eletrodomésticos, semáforos, veículos, vitrines, roupas, documentos, até mesmo das lâmpadas e dos móveis de casa, alimentos, medicamentos, ferramentas, enfim, a internet onipresente e diluída nas coisas que nos cercam.

Outro detalhe é que os dados trocados não precisam necessariamente estar na internet, pode ser uma rede local utilizando protocolos de internet, dentre outros. A ideia é que os objetos tenham a capacidade de trocar informações entre si.

Alguns fatores tecnológicos foram essenciais para possibilitar e popularizar a IoT:

  • Baixo custo de sensores: uma determinada quantidade de sensores deve estar presente nos diversos objetos para captar os dados do ambiente, mudanças de estados, luminosidade, temperaturas, etc. para transmitir dados via internet.
  • Computação na nuvem: tantos sensores geram um grande tráfego de dados, que por sua vez precisa de uma estrutura pronta e gerenciável para ter utilidade.
  • Inteligência Artificial (IA): a IoT precisa ser atrativa para as pessoas, um dos seus objetivos é facilitar a vida delas, e os assistentes pessoais digitais são bons exemplos de como a IA está cada vez mais presente nas nossas vidas.
  • Popularização da própria internet: há 30, 40 anos a internet estava restrita a ambientes acadêmicos e militares. Com o tempo, foi montada uma estrutura física e lógica com muito investimento na área para explorar o aspecto comercial da rede mundial, que atualmente permeia todos os nívels da sociedade.

Os agentes da internet das coisas

Para funcionar, a IoT se baseia em dois elementos: sensores e atuadores.

De forma resumida, os sensores funcionam captando algum tipo de energia e convertendo-a em sinais elétricos e os atuadores agem de forma inversa.

Existem diversos tipos de sensores, alguns mais conhecidos medem: luminosidade, cor, temperatura, infravermelho, rádio-frequência, som, posição, velocidade, gravidade, frequência cardíaca, pressão arterial, etc. inúmeros parâmetros que são captados, transformados digitalmente, tratados e enviados à rede.

Por sua vez, os atuadores recebem os sinais elétricos processados e produzem alguma ação física como agarrar, mover e soltar um item de uma prateleira, gerar um aviso sonoro ou luminoso, válvulas que se abrem ou fecham, irrigadores, motores de passo, enfim, eles atuam no ambiente em conjunto com os sensores, automatizando determinadas tarefas da nossa vida.

__________

 👀 Vá além 

Curso gratuito online da Universidade de Stanford, CA (EUA): Introdução à Internet das coisas (em inglês) https://online.stanford.edu/courses/xee100-introduction-internet-things

O que é computação ubíqua? https://canaltech.com.br/produtos/o-que-e-computacao-ubiqua-1406/

13/10/2022

Porque IoT?

Resolvi escrever este blog para reunir algumas informações sobre Internet das Coisas IoT - Internet of things: o que ela é, como surgiu, onde é empregada atualmente, como afeta a vida das pessoas, alguns desdobramentos e perspectivas do que ela pode se tornar.

Estou sempre modificando e atualizando este material, procuro usar uma linguagem simplificada, algo que possa ser o ponto de partida para uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto.

Nos artigos, coloquei referências para que você possa continuar buscando mais detalhes sobre essa área interessante e que vem cada vez mais ganhando atenção no mundo.



Um pouco sobre mim